Como usar o design thinking com UX (User Experience)

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Design Thinking com UX

Usar o design thinking com UX (User Experience) pode ajudar muito no alinhamento de expectativas e no desenvolvimento de uma experiência ainda melhor.

Um serviço, mesmo que seja todo prestado de forma online, conta com desdobramentos muito além das telas. Essa rede off-line também possui pontos de contato cruciais para garantir ao usuário uma experiência boa.

Sabendo disso, nós da equipe de concepção de produtos do UOL temos redobrado nossos esforços para pensar fora das caixas limitadoras, normalmente apresentadas nos computadores, e assim construir colaborativamente soluções mais abrangentes.

Por isso temos inserido na nossa rotina conceitos desde o design thinking e lean design até ferramentas criadas por nós mesmos para encontrar a forma mais rápida e interessante de conceber ou redesenhar serviços.

Design Thinking com UX

Design Thinking com UX: Preparação

Baseados nisso, desenvolvemos um workshop de criação para o redesenho de um dos serviços da companhia. Para esse encontro foram reunidos analistas de UX que organizaram uma série de atividades baseadas em diversas teorias para serem executadas com um grupo composto de clientes internos, usuários e times de desenvolvimento.

Com base nessa estrutura, reunimos em uma sala todos os participantes e construímos juntos, a partir de um desafio, a melhor solução para a interface.

Design Thinking com UX

Design Thinking com UX: O design thinking

Pela característica múltipla dos envolvidos, as discussões facilitadas pelos profissionais de UX se tornaram uma rica biblioteca de conhecimentos aplicados imediatamente ao protótipo.

Em apenas quatro horas de encontro conseguimos encontrar uma solução que reunia conhecimentos e impressões de diversas pessoas, se tornando um protótipo rico e dono de um forte conceito estratégico e criativo.

Design Thinking com UX

Design Thinking com UX: A co-criação

A partir desse encontro, iniciamos o trabalho de refinar o protótipo de papel com os conceitos de usabilidade e torna-lo um protótipo digital para ser testado com usuários reais, buscando ainda mais refinamento.

Todo esse trabalho foi concentrado no momento de concepção e ainda sem layout final. A escolha proposital representa um esforço em diminuir possíveis custos de reconstrução das interfaces depois de desenvolvidas.

Os ganhos desse fluxo são aparentes principalmente pelo ganho de conhecimento, ao envolver diversas pessoas na concepção estratégica do serviço. Além desse, percebemos ganhos no comprometimento de todos os envolvidos, dissipação do conhecimento entre os membros das equipes, identificação e prevenção de possíveis erros ou dificuldades sistêmicas, administrativas e de usabilidade, entre outros.

Já os nossos maiores desafios para aplicar esse fluxo foram convencer as equipes a participarem desse encontro, criar e montar o workshop e seus recursos e facilitar grupos mistos com diversos níveis hierárquicos reunidos.

Contudo, percebendo o grande ganho nessa abordagem, já vemos um movimento dos times envolvidos em fomentar mais encontros desse tipo e, assim, ganhamos espaço para amadurecer ainda mais essa abordagem, mais colaborativa e onde o conceito pertence a todos.

Referências
Diana Fournier; Thiago Prado;

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