Como as FinTechs estão construindo o futuro dos bancos – Henri Arslanian

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Fintechs e o futuro dos bancos

As Fintechs (junção de Financial com Technology – Tecnologia Financeira), vêm mudando o cenário dos bancos e colocando muito dos gigantes em atenção sobre como se preparar e continuar relevante no mercado.

No vídeo a seguir, Henri Arslanian fala um pouco sobre esse cenário e como as pequenas tecnológicas estão redesenhando o mundo dos bancos.

Citações selecionadas sobre as Fintechs e o futuro dos bancos:

“FinTech é uma junção de Financial com Technology (Tecnologia Financeira), e representa o uso inovador da tecnologia para construção e entrega de serviços financeiros” (ARSLANIAN, 2016).

“Coisas como Inteligência Artificial, Empréstimo de Pessoa-para-Pesso (Peer-to-Peer Lending), Big Data, Blockchain, Crowdfunding, Pagamentos Digitais e Assistentes Robóticos são alguns exemplos de tecnologias usadas nas FinTechs” (ARSLANIAN, 2016).

“Na crise de 2008, com os novos regulamentos e a necessidade de se estruturar, fez a inovação nas grandes empresas financeiras deixar de ser prioridade, mas ao mesmo tempo algumas das tecnologias mais impactantes na sociedade se tornaram parte do nosso dia-a-dia” (ARSLANIAN, 2016).

“A experiência de uso com empresas como Airbnb, Uber, WhatsApp e outras empresas de tecnologia fez com que as pessoas se tornassem cada vez mais exigentes com a experiência nos serviços oferecidos, e as financeiras não acompanharam essa transformação deixando uma lacuna entre as expectativas dos clientes e o serviço oferecido. Foi nessa lacuna que nasceram e cresceram as FinTechs” (ARSLANIAN, 2016).

“A lacuna de experiência deixada pelas financeiras tradicionais é tão grande que abriu espaço para que empresas de setores totalmente diferentes se aventurassem nesse segmento. Facebook, com o Messenger permitindo transferência de dinheiro, por exemplo. Ou a Amazon oferecendo empréstimos para estudantes por meio de sua plataforma” (ARSLANIAN, 2016).

“Isso criará um novo modelo de banco no futuro onde os bancos tradicionais lidarão com o back end, basicamente se tornando provedores dos serviços básicos e burocráticos (commodities), para as empresas de tecnologia e FinTechs que controlarão o front end e a experiência de uso dos clientes” (ARSLANIAN, 2016).

“FinTechs também são responsáveis pela inclusão de pessoas desbancarizadas abrindo a oportunidade para elas terem acesso a serviços financeiros que os bancos tradicionais não se interessavam em proporcionar a elas” (ARSLANIAN, 2016).

“As FinTechs estão constantemente trabalhando para transformar a maneira como os serviços financeiros são oferecidos e os consumidores serão alguns dos maiores beneficiados, não só pela perspectiva da experiência de uso e conveniência, mas também pelo poder de acesso e redução de custos” (ARSLANIAN, 2016).

“Inteligência Artificial empoderada por chatbots que imitam a conversa humana substituirão os call centers que muitos odeiam. Ferramentas biométricas e de reconhecimento de voz estão sendo testadas para substituir não só senhas, mas também os tokens, talvez odiados ainda mais” (ARSLANIAN, 2016).

“Existem também aqueles que estão unindo FinTechs com a Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) e as tecnologias vestíveis (Wearable Technologies) de forma que no futuro não será necessário se preocupar com bancos e seus serviços. Imagine seu seguro do carro ficando mais barato por que seu carro sabe que você dirige de forma segura e automaticamente informa isso ao serviço de seguro” (ARSLANIAN, 2016).

“Alguns estão experimentando a Gamificação na Realidade Virtual como uma ferramenta de oferecer serviços financeiros para a Geração Y (Milennials) de forma a que eles realmente se engajem e se divirtam” (ARSLANIAN, 2016).

“Sim, nós precisamos continuar ensinando cursos centrais como Economia, Finança Corporativa ou Estratégia, contudo precisamos incluir na grade curricular de qualquer programa de finanças ou escolas de negócios cursos de Design Thinking, Codificação e Desenvolvimento de Produtos, e isso é muito importante por que os bancários do futuro e aqueles que vão desenhar a forma dessa indústria não serão os banqueiros tradicionais, mas designer, programadores e pensadores criativos” (ARSLANIAN, 2016).

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